terça-feira, 13 de outubro de 2009

E eu andava pensando no quanto você me faz bem. E o fato do verbo fazer estar conjugado no tempo presente me faz até mal. Não sei se você me entende, acho que nem posso pedir isso. mas você deveria ser uma peça do passado, no entanto é incrível como você parece fazer cada dia mais parte do meu presente. E eu não quero isso. Não agora, não assim. Por favor espera um pouco mais, mas não saia daqui. Não. Eu não quero que você saia. Você não entende? Como não? Não é que seja simples, mas é que você é uma parte tão necessária dessa loucura que eu achei que fizesse parte conscientemente, não faz? Então me desculpe se falei coisas demais, se eu ajo estranho demais, se às vezes sou grossa demais, se eu não soube aproveitar a chance que tive. Tá bom eu admito! O erro foi meu?! Não tenha tanta certeza, baby. Eu prefiro acreditar nesse tal de destino, sabe? Isso você entende, né? Como naõ? Porra você é burra? Eu te amo. Queria ouvir isso? Tá feliz? Eu te amo desesperadamente e não sei desfazer isso.! Me ensina vai. Me ensine com a mesma insistencia que tentou me ensinar a conviver com você e a conciliar nossas confusões! Tente, meu bem! Vai fundo. Tenta e tenta! Você é forte, eu sei que é... Eu só queria saber se de fato ainda é minha! Ah você também não sabe? Então pára com seu jogo tolo que é por ele que estamos aqui discutindo, caso contrário estaríamos tão juntas que se brigássemos machucaríamos a nós mesmas. Entenda que eu só puxei o último fio da costura desfeita. Eu só disse o acabou. O resto? Fizemos juntas ;)

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